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Nível de suplementação concentrada na produção e composição do leite e eficiência alimentar de vacas leiteiras mestiça

17/10/2017 09:21:12 - Por: Breno Mourão de Sousa, Raimundo Frutuoso de Souza, Helton Mattana Saturnino e Rafahel Carvalho de Souza em Revista V&Z

Objetivou-se a apresentar estudo de caso para adequar as condições do manejo alimentar na suplementação de vacas leiteiras buscando maior eficiência produtiva do rebanho.

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Nos últimos anos, com o crescimento econômico do Brasil, cresceu também o setor agropecuário, e em especial, o setor lácteo. Entre 2000 e 2011, a oferta de leite no País cresceu 62,4%, ultrapassando a marca de 32 bilhões de litros (EMBRAPA, 2012).

Segundo a Embrapa (2013), o Brasil ocupa a 4ª posição na cadeia mundial de produção de leite, atrás dos Estados Unidos, Índia e China, a produção de leite no Brasil teve em 2011, 32,1 bilhões de litros de leite, frente aos 27,6 bilhões de litros ofertados em 2008. Isso representa uma taxa média de crescimento anual de 5,3%.

A cadeia produtiva do leite possui uma complexidade ímpar. Essa complexidade se inicia no elo de produção primária, onde o produtor precisa adquirir insumos oriundos de inúmeras outras indústrias. Além disso, o processo de produção demanda conhecimentos em diferentes áreas das ciências agrárias, sociais e humanas (EMBRAPA 2012).

Nos últimos anos, a pecuária brasileira passou por inúmeras transformações em sua concepção. Onde sistemas extensivos de produção de leite passaram por reformas e foram transformados em sistemas intensivos com emprego de irrigação, manejo racional de pastagens, melhoramento genético de plantas forrageiras e animais, tecnificação de maquinários dentre outras (SOUSA, 2006).

A importância de um bom manejo alimentar se justifica não somente em função do seu elevado valor, dietas balanceadas devem atender as exigências requeridas da fase em que o animal se encontra, levando em consideração a repartição dos nutrientes, devendo atender primeiramente as exigências de mantença seguida da produção. Dietas balanceadas podem garantir além de maior eficiência produtiva aos animais tomando como indicador (kg leite/ kg alimento ingerido), menor excreção de nutrientes nas fezes e na urina, melhor resposta imune e redução de quadros patológicos em função de nutrição inadequada.

Atualmente é um desafio para os zootecnista e outras categorias profissionais envolvidas na nutrição animal buscar a eficiência na nutrição. Mas não se podem baixar os custos na nutrição sem levar em conta sua importância dentro da cadeia de produção. A parte nutricional é um recurso importante visto os consideráveis números de publicações voltadas para a nutrição animal no Brasil e no mundo. É o conjunto de pesquisas no campo da nutrição animal, genética, ambiência, profissionais qualificados, maquinários modernos, seleção e analises de matéria prima, formulação de rações balanceadas que se utilizados de forma correta irão garantir uma eficiência produtiva na bovinocultura e segurança no produto final, aumento da produção de alimentos.

O objetivo do presente trabalho foi o de estudar o efeito do nível de suplementação e dos dias em lactação na eficiência alimentar de bovinos leiteiros mestiços, além da produção e da composição do leite.

2. Material e Métodos

O experimento foi conduzido em propriedade particular, na região do município de Crucilândia- MG. Localizada na mesorregião metropolitana de Belo Horizonte e microrregião da cidade referência de Itaguara (coordenadas 20º23’02” S e 44º20’13” O), o clima caracteriza-se por tropical de altitude, temperatura média anual 21,8 ºC e o índice médio pluviométrico anual é de 1.272 mm.

Foram utilizadas 20 vacas mestiças Holandês x Zebu, sem composição gênica definida. As vacas tinham produções iniciais variando entre 12 a 16 kg/dia de leite, dias em lactação (DEL) entre 58 a 190 dias e peso vivo médio entre 420 a 460 kg. O experimento baseou-se na divisão destas 20 vacas em quatro tratamentos, a saber: Tratamento (7): Vacas com dias em lactação (DEL) baixo, oferta de alta suplementação de concentrado, 7 kg/dia na matéria natural; Tratamento (5): Vacas com DEL baixo, oferta de baixa suplementação de concentrado, 5 kg/dia na matéria natural; Tratamento (4): Vacas com DEL alto, alta oferta de suplementação de concentrado, 4 kg/dia na matéria natural; Tratamento (2): Vacas DEL alto, oferta de baixa suplementação de concentrado, 2 kg/dia na matéria natural.

Simultaneamente ao experimento, as vacas eram igualmente suplementadas com uma mistura de cana de açúcar (Saccharum officinarum sp.) picada e capim elefante (Pennisetum purpureum sp.) picados, homogeneizados em cochos de alvenaria coletivos. Após alimentação, os animais ficavam livres para pastejo em área de Brachiaria sp.

Os trabalhos foram conduzidos no período de 1º de março de 2013 a 21 de março de 2013, sendo o período de adaptação de 19 dias de oferta da suplementação concentrada comercial, e dois dias de amostragens. Os animais foram pesados no início e no final do experimento (fita torácica), e seus respectivos escores da condição corporal (ECC) foram avaliados, individualmente.

Durantes os dois dias de amostragens, foi feito o registro da produção individual de leite por dois dias consecutivos, na ordenha da manhã e da tarde, e coletas de amostras em cada uma das ordenhas (manhã e tarde). A produção de leite foi mensurada através de balanças e posteriormente corrigida para 3,5% de gordura (LCG 3,5%) utilizando a fórmula sugerida por Gravet (1996):

LCG 3,5% = (Produção leite (kg) x 0,35) + (Produção de Gordura (kg) x 16,2)

Amostras de 50mL de leite serão acondicionadas em recipientes contendo conservante bromopol (2-bromo 2-nitropropano 1,3-diol), na proporção de 10mg do princípio ativo para 50 ml de leite e armazenadas a 4-6°C para posterior análise. A determinação das percentagens de extrato seco desengordurado, proteína total, gordura, lactose, contagem de células somáticas e nitrogênio não protéico do leite serão feitas com o uso da metodologia eletrônica Bentley®, na EV- UFMG.

O suplemento concentrado utilizado era pesado individualmente para cada vaca experimental, pesando-se tanto o ofertado quanto a sobra, durante os dois dias de amostragens. Foram recolhidas amostradas do suplemento para análises bromatológicas. Entre 100 a 300 gramas de suplemento foi amostrado e submetido para os laboratórios da Itambé Rações, onde se realizou as análises para: matéria seca, matéria orgânica, proteína bruta, fibra insolúvel em detergente neutro, fibra insolúvel em detergente ácido e extrato etéreo (AOAC, 1980). A matéria mineral será estimada através da combustão total da matéria orgânica em mufla a 600ºC.

O experimento seguiu modelo inteiramente casualizado, balanceado, em esquema fatorial tipo 2x2, sendo duas quantidades de suplementação (alta x baixa) e dois valores de DEL (alto x baixo).

As variáveis medidas foram: produção total de leite, produção de leite corrigido para 3,5% de gordura, teor e produção de gordura e proteína, teor de lactose e estrato seco total, teor de nitrogênio ureico no leite, eficiência alimentar da suplementação (kg/kg leite) e do nitrogênio (kg/kg nitrogênio). Entre as médias para a mesma variável, foi aplicado o teste t de Student e o valor de P foi determinado para cada contraste experimental, inclusive a interação do DEL x Tratamento. Os dados foram analisados em Excel®, Microsoft Office 2010®.

As médias individuais de leite foram plotadas contra a quantidade de suplementação para análise de regressão e obtenção do valor de resposta à suplementação, ou MR, segundo Reis e Sousa (2008) e Ciríaco (2012). Na regressão, o valor de alfa (coeficiente de regressão) determinou o MR, ou seja, a quantidade de leite produzida para cada quantidade de suplemento ofertado. A dispersão dos resultados em torno da reta foi determinada pelo valor do R quadrado (R2).

3. Resultados e Discussão

A composição química do suplemento concentrado utilizado no experimento encontra-se na Tabela 1 abaixo.

Tabela 1. Composição química do suplemento concentrado utilizado durante o experimento com vacas leiteiras mestiças Holandês x Zebu
* Carboidrato não fibroso (CNF), % = 100 – (PB+FB+EE+MM).

Os resultados experimentais para produção e composição de leite estão na Tabela 2, enquanto que as médias para eficiência alimentar estão na Tabela 3.

Tabela 2. Efeito da intensidade de suplementação concentrada (kg/dia matéria natural) e dos dias em lactação (DEL, dias) sobre os parâmetros de produção e composição do leite de vacas mestiças Holandês x Zebu
1 - ESD: extrato seco desengordurado; NUL: nitrogênio ureico no leite. 2 - EPM: erro padrão da média. (P<0, 05) / *- Aplicado o teste de t de “Student”.

Tabela 3. Efeito da intensidade de suplementação concentrada (kg/dia matéria natural) e dos dias em lactação (DEL, dias) sobre os parâmetros de eficiência de utilização da matéria seca consumida do suplemento e da utilização do nitrogênio para vacas mestiças Holandês x Zebu
1- EA: eficiência alimentar; EUN: eficiência de utilização do nitrogênio. (P<0, 05) / *- Aplicado o teste de t de “Student”.

Para a discussão dos resultados, as variáveis analisadas foram agrupadas em produção de leite e de leite corrigido para 3,5% de gordura, Gordura, kg/dia, Proteína,% Proteína, kg/dia, Lactose,% ESD,% NUL, mg/dL. A análise de variância e o teste de t de “Student” não revelaram diferenças estatísticas significativas (P>0,05) nas médias de produção de leite e de seus constituintes analisados. Na Tabela 2, nos tratamentos (7) e (5) que receberam respectivamente 7 kg e 5 kg de concentrado (kg/dia matéria natural) e nos tratamentos (4) e (2) que receberam respectivamente 4 kg e 2 Kg de concentrado (kg/dia matéria natural), se comportaram de acordo com a “lei de produtividade decrescente” citado por Branco e Cecato (2002), onde as diferenças na quantidade de suplementação concentrada de 5 Kg para 7 kg vaca/dia matéria natural e 4 kg e 2 kg vaca/dia matéria natural não apresentou respostas estatisticamente significativas na produção de leite e seus constituintes analisados.

Sousa (2006) relatou que o aumentando da quantidade de suplemento é viável até o ponto em que o animal atinge seu potencial genético em função do seu mérito leiteiro, cabendo assim uma análise econômica conjunta com a “lei de produtividade decrescente” de maneira a não ter prejuízo em função do custo da suplementação.

O contraste observado para a produção de leite fica por conta do efeito dias em lactação (DEL), pois os tratamentos (2) e (4) constituiu-se de animais em DEL alto. De acordo com Sousa (2006), a eficiência alimentar em rebanhos leiteiros compreende a relação entre a produção diária de leite (Kg) e o consumo diário (Kg) de alimento expresso em matéria seca (MS).

Nos tratamentos com maior oferta de concentrado (7 kg), houve redução na porcentagem de gordura. Observação semelhante foi, também, observado nos animais que receberam uma quantidade maior de concentrado 4 Kg com relação ao grupo que recebeu 2 Kg, citado por (SILVA et al, 2011).

Perez (2001) relatou amplitude de variação em teores de gordura variando entre 2 e 3 unidades percentuais em função da dieta oferecida, componentes genéticos, raça estação do ano, altura do pasto e estágio de lactação do rebanho com maiores concentrações no final de lactação. Este último argumento é compatível com os resultados encontrados nos animais que receberam menor quantidade de concentrado, ou seja, os tratamentos (2) e (4), pois tinham DEL mais avançado se comparado aos tratamentos (7) e (5), com DEL mais baixo. Inclui para estes dois últimos tratamentos o efeito diluição.

De acordo com Perez (2001), alterações em teores de lactose são comumente observadas em animais acometidos de intenso quadro de subnutrição, tornando assim este constituinte do leite como fator de pouca relevância no monitoramento do estado nutricional do rebanho. O mesmo autor relatou que as baixas amplitudes de variação nos teores de lactose estão relacionadas à fatores de pressão osmótica na glândula mamária, pois a maior produção de lactose determina maior produção de leite com mesmo teor de lactose, não sendo observados assim efeitos de diluição.

Mesmo com os diferentes níveis de oferta de concentrado não houve em nenhum dos tratamentos, inversão nos teores de proteína e gordura diferentemente do relatado por Silva et al. (2011), onde animais submetidos a diferentes níveis de suplementação apresentarão alterações nos níveis de proteína e gordura quando submetidos a níveis de suplementação com oferta respectivamente de 4Kg e 2Kg.

Os teores de proteína no leite sofrem alterações em função de raça, sanidade, clima estresse e fatores nutricionais dentre outros. Elevações nas quantidades de proteína no leite foram observadas no experimento de Semmelmann (2007), que além de relacionar com aumento na quantidade de concentrado ainda incluiu aumento nos teores de proteína bruta da dieta. Neste experimento, o aumento no teor de concentrado não influenciou a composição da proteína do leite (%), mas houve efeito dos dias em lactação, sendo que as vacas com DEL alto produziram leite com maior teor de proteína que aquelas de DEL baixo (médias de 3,22 x 2,86%, respectivamente).

Relatos de Perez (2001) mostraram valores médios de NUL entre 12 a 18 mg/dL para animais da raça Holandesa, cabendo ajustes para animais e estágio de lactação variados e raças com maiores teores de sólidos totais no leite. Para todos os tratamentos deste trabalho, as medias de NUL se comportaram dentro dos padrões relatados por este autor, muito embora seja um rebanho com composição genética indefinida, apesar de serem cruzamentos Holandês x Zebu.

Para a eficiência de utilização do nitrogênio e da suplementação concentrada, o tratamento (2) foi superior (P0,05) (Tabela 3). Todos os demais tratamentos foram semelhantes entre si (P>0,05).

Comparando os efeitos dos tratamentos (7) e (5) relacionados à eficiência de utilização do nitrogênio e a utilização da suplementação concentrada novamente obtivemos melhor resposta com os animais que receberam uma menor quantidade de suplemento concentrado (tendência, pois P<0,10), levando em consideração a produção de leite e seus constituintes o que torna o tratamento (5) cujo a oferta de concentrado foi de 5kg/dia matéria natural mais eficiente do que o tratamento (7) com oferta de 7kg/dia matéria natural.

Pela figura 1, observa-se efeito linear da suplementação concentrada sobre a produção de leite. Ao ser feita a regressão, foi obtido equação linear Y = 1,83X + 4,78 (R2 = 0,481). Sabendo que Y é a variável dependente (produção leiteiras) e X a independente (intensidade de suplementação), observa-se coeficiente de regressão linear de 1,83, que corresponde ao conceito de reposta à suplementação (MR), ou seja, para cada 1,0 kg de MN de suplemento concentrado ofertado para as vacas deste experimento, as mesmas responderam em 1,83 kg de leite de incremento.

Com uma oferta de fixa de 6 kg de concentrado ao longo de toda a lactação e ajustes na oferta nos diferentes estágios de lactação, início, meio e fim, com respectivas ofertas de 9, 6 e 3 kg de concentrado, Alvim et al. (1999) observaram MR de 1,33 (kg de leite /kg de concentrado) para cada Kg de concentrado as vacas, ou seja, valor menor ao observado neste experimento.
Figura 1. Relação entre a intensidade de suplementação concentrada (kg/vaca/dia) e a produção individual de leite (kg/vaca/dia)

Sousa (2006) relatou resultados de MR máximo de 1,64 e mínimo de 0,90 (dados de pesquisa nacional), sendo o ideal valores próximos à 1,6. Conforme dados da figura 1 houve uma resposta de 1,831 a suplementação concentrada neste trabalho uma resposta além dos dados nacionais em um grupo genético sem definição.

Conforme relatos de Sousa (2006), na maior parte a baixa eficiência alimentar tem forte contribuição do alimento volumoso cabendo aos produtores de leite brasileiro a melhoria na eficiência alimentar passar por aumentar a quantidade e a qualidade dos alimentos volumosos que ofertamos aos nossos animais.

Ao inúmero conjunto de fatores que se correlacionam com a produção de leite novamente aparece o exemplo da alimentação por ser esse fator determinante não somente na produção de leite, mas também na sobrevida do animal e sua capacidade reprodutiva (Zoccal, 2012).

Sousa (2006) suplementou vacas mestiças holandesas x zebu em pastagem tropical de Brachiaria sp. em três níveis de suplementação concentrada, com vacas no mesmo estagio de lactação e obteve uma resposta a suplementação concentrada de 1,6. Manipulando uma oferta de concentrado de 1Kg para 2Kg/vaca/dia, houve aumento de 1,60 litros de leite na produção.

4. Conclusão

Nas condições em que esse experimento foi realizado, não foi observado aumento na produção de leite e melhorias na composição do mesmo com o aumento da suplementação, quando para uma mesma categoria de dias em lactação. O efeito maior observado na composição e produção de leite foi em virtude dos dias em lactação.

O tratamento de melhor eficiência foi o de 2,0 kg, por produzir os melhores resultados de eficiência de utilização do suplemento e do nitrogênio suplementado.

A resposta à suplementação observada neste experimento foi superior àquela relatada pela literatura nacional.

5. Referências Bibliográficas

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Autores:

1. Breno Mourão de Sousa: Médico veterinário, CRMV-MG nº 5440. Doutor em Ciência Animal/UFMG. Professor Titular, Centro Universitário UNIBH, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. E-mail: sousa.brenomourao@yahoo.com.br

2. Raimundo Frutuoso de Souza: Zootecnista, CRMV-MG nº 2054/Z. FEAD - Minas, Autônomo. 

3. Helton Mattana Saturnino: Médico veterinário, CRMV-MG nº 1127. Ph.D., Professor do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG.

4. Rafahel Carvalho de Souza: Médico veterinário, CRMV-MG nº 8059. Doutor em Ciência Animal. Professor Titular Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/PUC Minas.