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Consequências econômicas da mastite bovina em rebanhos leiteiros

09/08/2017 13:30:24 - Por: Camila Stefanie Fonseca de Oliveira, Renato de Oliveira Capanema, Rafael Romero Nicolino e João Paulo Amaral Haddad em Revista V&Z. Foto: Humberto Nicoline/Embrapa

As consequências econômicas se devem ao tratamento, à redução da produção, ao descarte prematuro das vacas e à redução da qualidade dos produtos lácteos.

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As fazendas de exploração leiteira vêm sofrendo com a redução das margens de lucro em um mercado em que os custos de produção e os requisitos por qualidade aumentam em velocidade muito superior ao aumento do preço recebido pelo leite produzido. Quando o objetivo do produtor é a maximização do lucro, as decisões sobre o manejo devem buscar benefícios superiores aos custos. As ações relacionadas ao controle das doenças que afetam a produção ganham especial importância nesse cenário (Dijkhuizen et al., 1997).

A mastite bovina, caracterizada pela inflamação da glândula mamária, é considerada como uma das doenças que afetam a produção mais frequente, de difícil controle e praticamente impossível erradicação, causando grandes prejuízos para os rebanhos leiteiros de todo o mundo (e.g. Petrovski et al., 2006; Bar et al., 2008; Huijps et al., 2008; Halasa et al., 2007; Cha et al., 2011; Hogeveenet al., 2011).

Mesmo diante dos diversos estudos e do desenvolvimento de vários métodos de controle, esta doença não desapareceu e a redução na incidência de sua forma subclínica foi mínima (Pyörälä, 2003). Sendo assim, é importante uma contínua busca por métodos mais eficientes para o controle dessa doença, mas também é de extrema importância a condução de avaliações econômicas da doença para o melhor direcionamento das ações de controle já existentes.

Os custos associados à mastite bovina podem ser divididos entre fatores, dentre os quais a redução na produção de leite, uso de medicamentos, leite descartado, serviços veterinários, trabalho extra, redução da qualidade dos produtos e descarte prematuro serão abordados nesse texto.

2. Perdas na Produção de Leite

Tipicamente, a redução da produção de leite está entre os principais fatores envolvidos em perdas econômicas na mastite bovina, tanto na forma clínica quanto na forma subclínica (e.g. Halasa et al., 2007; Cha et al., 2011; Heikkilä et al., 2012).

Normalmente, existe uma forte depressão na produção de leite logo após o início da doença, que varia conforme a intensidade do caso. Após a cura microbiológica, ainda existe um efeito a longo prazo na redução da produção de leite que, em alguns casos, pode persistir nas próximas lactações da vaca (Schukken et al., 2009).

Quando há redução da produção de leite decorrente da mastite, menos leite será vendido e, com isso, o retorno líquido da fazenda irá diminuir (Halasa et al., 2007). Mas esse dano econômico decorrente da baixa produção de leite irá variar de acordo com o patógeno envolvido e com as formas de produção de cada propriedade.

Sistemas extensivos, baseados em pastejo, tendem a apresentar custos relacionados aos casos da mastite menores do que em sistemas intensivos, com alta utilização de tecnologias. Sistemas de pagamento baseados em quilogramas de leite produzido serão diferentes de sistemas de pagamento que consideram quilogramas por componentes do leite como, por exemplo, gordura e proteína. A existência de diferentes sistemas de cotas de leite, como as aplicadas na União Europeia, irá tornar os danos econômicos gerados pela presença da mastite diferentes em comparação com sistemas em que as cotas não são utilizadas, como no Brasil. Em sistemas sem quotas, o potencial de produção de uma fazenda se relaciona diretamente com o número de vacas existentes na fazenda. O nú- mero de vacas na fazenda será limitado pelo tamanho das instalações disponíveis, pela disponibilidade de mão de obra, de capital e de alimento. Quando a dieta das vacas considera o volume de leite produzido pela vaca, em caso de redução da produção por mastite, menos concentrado será utilizado e isso acarretará em redução dos custos com a alimentação (Erskine et al., 1990).

A estimativa da redução da produção de leite gerada pela mastite bovina está permanentemente em debate e sabe-se que é influenciada, pelo menos, pela ordem de partos, idade do animal, estágio de lactação, status reprodutivo, raça, produção de leite antes da infecção, grau de inflamação da glândula, duração do caso, estação do ano, composição nutricional da dieta das vacas e pelos agentes patogênicos envolvidos (Hortet e Seegers, 1998; Seegers et al., 2003; Huijps et al.,2008).

Para vacas de segunda lactação em diante, a mastite no início da lactação gera maiores perdas do que casos ao meio e ao final da lactação (Lescourret e Coulon, 1994). Isso ocorre porque o pico da lactação após a ocorrência de um caso de mastite será menor ao pico de lactação esperado, caso a inflamação da glândula não ocorresse. Já a produção de leite de vacas de primeira lactação, sofre reduções mais drásticas quando os casos de mastite ocorrem após o pico de lactação (Rajala-Schultz et al., 1999).

Vacas de alta produção tendem a apresentar redução mais drásticas após a ocorrência da mastite do que vacas de mais baixa produção (Hortet e Seegers, 1998). Isso se deve à reposição do tecido secretor danificado pela mastite por tecido fibroso, como vacas de maior produção geralmente apresentam maior volume glandular, o efeito da mastite sobre a produção será mais dramático nesses animais (Benites et al., 2002).

Alguns patógenos parecem exercer um efeito mais danoso que outros ao tecido secretor. Por exemplo, a infecção de Staphylococcus aureus, geralmente gera casos de mastite mais persistentes, com inflamação moderada, enquanto nas infecções por coliformes existem fortes inflamações com mais curta duração (Fetrow, 2000; Schukken et al., 2009).

3. Medicamentos

Os medicamentos aplicados no tratamento dos casos de mastite são causa direta de danos econômicos (Reinsch e Dempfle, 1997; Halasa et al., 2007). O custo de medicamentos pode ser facilmente calculado a partir de notas e pedidos de compra de medicamentos e varia muito entre regiões em um mesmo país e entre países, dependendo muito da legislação e infraestrutura disponíveis (e.g. Berry et al., 2004).

4. Leite Descartado

As estimativas dos custos do leite descartado devem incluir os custos do leite que não pode ser vendido durante e após o tratamento dos casos de mastite. Para o cálculo dos custos da mastite não importa se o leite descartado será reaproveitado em outro setor da propriedade rural, uma vez que invariavelmente esse leite deixa de gerar receita (e.g. Morse et al., 1987; Petrovski et al., 2006). O tempo de descarte do leite deve ser determinado tendo em vista o período de carência dos medicamentos utilizados e a legislação vigente. Os danos econômicos gerados pelo descarte de leite comparam-se aos danos gerados pela redução na produção de leite. Entretanto, existe a diferença de que o leite descartado foi produzido pela vaca, o que implica na inclusão dos custos com nutrição nos cálculos dos custos do descarte de leite. Sendo assim, os danos econômicos para o descarte de 100 kg de leite são maiores do que os custos para uma redução na produção de leite de 100 kg (Halasa et al., 2007).

5. Serviços Veterinários

Dependendo da legislação nacional, os custos com serviços veterinários podem variar muito. Em países nos quais somente o Médico Veterinário pode administrar o tratamento e realizar a coleta de amostras para o diagnóstico da mastite bovina, os custos com serviços veterinários se encontram entre os principais componentes dos custos da doença (McNab et al., 1991; Shim et al., 2004).

O tempo de consulta pode variar de acordo com o programa de controle de mastite e pode ser considerado nos cálculos tendo-se em vista os custos por hora, por caso ou outros métodos diversos e ainda a frequência de vistas por fazenda (Hogeveen et al., 2011).

Os produtores que utilizam os serviços veterinários para o controle da mastite esperam que os custos desses serviços sejam menores do que os benefícios trazidos pela consulta. Já os produtores que não utilizam serviços veterinários para o tratamento da mastite afirmam que os custos não serão compensados pelos benefícios (Derks et al., 2012).

6. Trabalho Extra

Trabalho extra será requerido pelas fazendas quando as medidas de controle da doença incluem administração e medicamentos, linhas de ordenha e segregação de animais pelos funcionários (Fetrow, 2000; Shim et al., 2004). Alguns aspectos dos custos da mão de obra tornam difícil o cálculo dos custos do trabalho extra pela mastite, pois deve incluir o custo de atividade do tempo. Se todo o trabalho for realizado por funcionários que recebem salários fixos esse cálculo deverá ser realizado levando-se em conta o tempo médio gasto com cada caso de mastite, multiplicado pelo salário por hora do funcionário somado ao custo da atividade. Se parte do trabalho ou todo ele for realizado pelo próprio produtor em seu tempo livre, o custo de oportunidade do tempo é zero, mas se isso não é uma verdade e o produtor terá seu tempo para executar outras atividades reduzidos pelo tempo executando as atividades relacionada à mastite, o custo de oportunidade será uma redução da receita dada a redução da dedicação a outras atividades (Petrovski et al., 2006; Halasa et al., 2007).

7. Redução na Qualidade dos Produtos

A qualidade do leite e também da carne produzida pode ser reduzida pela ocorrência de mastite (e.g. Hoblet and Miller, 1991). As alterações de composições do leite são mais fáceis de serem verificadas e relacionadas à ocorrência da mastite e podem levar à um processamento menos eficiente do leite, gerando produtos de menor qualidade (e.g. Bal et al., 2000; Santos et al., 2004).

Existe uma redução na síntese dos principais componentes do leite como gordura, caseína e lactose produzidos pela glândula e um aumento de componentes sanguíneos como albumina, imunoglobulinas, sódio e cloro durante a inflamação. Essas mudanças podem resultar em alteração na composição do leite (e.g. Auldist e Hubble., 1998; Oliver et al., 2005; Schukken et al., 2007). Porém, a alteração da qualidade considerada mais prejudicial à indústria é a presença de antimicrobianos no leite que irá impedir ou reduzir a eficiência da produção de queijos e iogurtes (Petrovski et al., 2007). Diferentes países e indústrias têm diferentes regras quanto à tolerância aos resíduos antimicrobianos no leite captado (Mitchell et al., 1998).

Para o produtor, altas contagem de células somáticas e contagem microbiana, estão entre as principais fontes de custos, quando há sistemas de bonificação ou penalização por qualidade sobre o preço do leite pago ao produtor pela indústria. Os custos das perdas de bonificações ou da existência de penalidades podem ser facilmente calculados uma vez que os recibos e relatórios da indústria que coleta o leite estejam disponíveis (Seegers et al., 2003).

8. Descarte Prematuro

Por ser uma decisão do produtor, é difícil estimar os custos e as causas de descarte prematuro. Espera-se que uma vaca seja descartada quando a reposição se mostre como uma alternativa mais viável. Vacas com mastite têm maior risco de serem descartadas precocemente (e.g. Houben et al., 1994; Stott et al., 2002; Derks et al., 2012). Os custos da reposição de um animal descartado prematuramente figuram entre as principais fontes de perdas econômicas pela mastite, entretanto difícil de se estimar precisamente (Houben et al., 1994; Lehenbauer e Oltjen 1998; Gröhn et al., 2004).

Quando uma vaca é descartada, existem os custos diretos da compra de um novo animal, na maioria das vezes primíparas. Os custos indiretos dessa decisão são a lacuna de produção de leite entre o descarte da vaca até a aquisição do novo animal e uma possível redução de eficiência já que a nova vaca, muitas vezes primípara, irá produzir menos leite e ainda existe o risco de que essa vaca não corresponda às expectativas do produtor. Por outro lado, a venda da vaca descartada gera receita, geralmente igual ao preço da carcaça que é inferior aos custos para a compra de um novo animal. Os custos do descarte voluntário prematuro variam com o tempo, pois a depreciação dos animais deve ser considerada, ordem de partos, estágio de lactação e condição reprodutiva (Houben et al., 1994).

9. Considerações Finais

O presente texto não teve como objetivo contemplar todos os fatores considerados em estudos das consequências econômicas da mastite, que são inúmeros. Existe uma grande variação entre as metodologias para o cálculo das perdas econômicas ocasionadas pela presença da mastite bovina em propriedades de exploração leiteira. Apesar de haver diferenças entre os fatores geradores de custos da mastite considerados nos estudos publicados, aqueles considerados nesse texto foram incluídos nos cálculos de todas as estimativas dos custos da mastite bovina. Os custos com a redução na produção de leite, com os medicamentos, com o leite descartado, com os serviços veterinários, com o trabalho extra, com a redução da qualidade dos produtos e com o descarte prematuro de vacas são de grande importância, quando se trata das consequências econômicas da mastite bovina.

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Autores:

1 - Camila Stefanie Fonseca de Oliveira: médica veterinária, CRMV-MG nº 12124. Professora do Instituto de Ciências Biológicas e Saúde do Centro Universitário de Belo Horizonte. E-mail: sfo.camila@gmail.com.

2 - Renato de Oliveira Capanema: médico veterinário, CRMV-MG nº 9399. Doutorando em Ciência Animal da Escola de Veterinária da UFMG.

3 - Rafael Romero Nicolino: médico veterinário, CRMV-MG nº 10724. Professor do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da UFMG.

4 - João Paulo Amaral Haddad: médico veterinário, CRMV-MG nº 4537. Professor do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da UFMG.