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Estação de Tratamento de Efluentes

Equipamentos Fibra de Vidro,Estações de Tratamento

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Equipamentos Fibra de Vidro,Estações de Tratamento

Informações do Produto

Código:86

Atendendo à solicitação das indústrias de laticínios em maneira geral, apresentamos nossa proposta para implantação de sistema de tratamento de efluente industrial do tipo compacto, conforme projeto construído em PRFV - Plástico Reforçado com Fibras de Vidro. Temos hoje sistemas que atendem a vazão de 1 m3/h até 12 m3/h, com ampliação planejada de acordo com o crescimento da indústria.

Atributos

1 – APRESENTAÇÃO

Aqui iremos mostrar um sistema de 8 m3/h.

1.1 – Da Legislação:

O efluente da ETE COMPACTA, quando instalada completa, e operada conforme orientação descrita no manual, com exposição verbal e pratica no treinamento dos operadores, atenderá a legislação ambiental vigente, imposta pelo órgão ambiental estadual ou municipal e pela legislação do CONAMA 357, do Ministério do Meio Ambiente, mantendo as seguintes principais características:
• Remoção de DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio) >85%;
• Remoção de SST (Sólidos Suspensos Totais) > 85 %;
• Sólidos Sedimentáveis em CONE IMHOFF < 1 ml / hora;
• PH entre 6 e 8.
Obs: Caso a legislação local exija será feita as adequações necessárias para atendimentos das mesmas.

1.2 – Benefícios do Sistema

Na escolha e seleções para definição do processo de tratamento para a ETE Compacta foram levados em consideração diversos fatores relevantes, tais como:
• Sistema com eficiência comprovada para atender a legislação vigente;
• Processo de tratamento que minimize a geração de maus odores;
• Reduzida manutenção eletromecânica;
• Baixo consumo de energia elétrica;
• Operação simples;
• Permite o controle visual do efluente em todas as etapas do tratamento;
• Pequena área de ocupação;
• Por ser modular, pode ser removível e ampliado.
O processo de tratamento é uma combinação de físico-químico com biológico.

1.3 – Dados Fornecidos Pelo Cliente

Tipologia do Efluente Industrial

Indústria Láctea

Vazão atendida de efluente

160 m3/dia (estimado)

DQO

3.500,00 mg/L (estimado)

DBO

1.500,00 mg/L (estimado)

Carga Orgânica

240 Kg/dia (estimado)

pH

3,5 a 7,5 (estimado)

Sólidos Totais

1.500 mg/L (estimado)

Óleos e Graxas

2.000,00 mg/L (estimado)

Vazão Máxima (CARGA PLENA*)

192 m3/dia


Obs: os reatores biológicos do tratamento secundário entram em carga plena depois do período de inoculação, quando os digestores estiverem com sua biota de micro-organismos estabilizadas e o sistema não sofrer sobre carga orgânica.
Todos os dados foram estimados em indústrias de tipologia parecida, a estação descrita a seguir não foi projetada para receber soro, devido a sua alta carga orgânica. O SORO QUE É UM SUBPRODUTO DA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS DE DIVERSOS TIPOS DEVE TER UMA DESTINAÇÃO ADEQUADA. NÃO PODE SER DESPEJADO IN NATURA NA ETE.

1.3.1 – Caracterização dos efluentes:

As informações prestadas referente a caracterização do efluente encaminhadas por meio de laudo ( característica do laudo) são de total responsabilidade do cliente, que fica desde já ciente que qualquer divergência nestas pode prejudicar a eficiência do sistema. Esta situação será identificada com o início do auto monitoramento.

2 – CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:

Com os princípios dos tratamentos físico, químico e biológico, neste orçamento serão abordados os tratamentos preliminar, primário e secundário.

Estação de Tratamento de Efluentes

Desarenador com peneira

01 unidade

Tanque de Homogeneização

01 unidade

Bombas de recalque

02 unidade

Sistema de correção de pH

01 unidade

Bombas dosadoras

02 unidade

Flotador

01 unidade

Decantador

03 unidade

Decantador de Gordura

01 unidade

Tanque de armazenagem de gordura

01 unidade

Tanque Elevatório

01 unidade

Reatores UASB

04 unidade

Filtro Biológico

08 unidade


Material Construtivo: Os equipamentos que compõem o sistema de tratamento de efluente fornecido pela Hidrozon são construídos em material compósito de PRFV - Plástico Reforçado com Fibras de Vidro de alto desempenho mecânico e resistência química à corrosão, tanto devido à ação do esgoto em tratamento contendo agentes quimicamente agressivos tais como os gases resultantes do processo, quanto à ação de intempéries do ambiente externo.
Os itens referentes à obra civil deveram ser de concreto armado e alvenaria.
As bombas utilizadas são fabricadas em aço inox 304.
As bombas dosadoras são fabricadas em polipropileno.

3 – DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE TRATAMENTO:

Tratamento Preliminar: Constituído de caixa desarenadora, com peneira de aço inox para a remoção de sólidos grosseiros. Tanque de equalização e casa de bombas para recalque, para a regularização da vazão, eliminando os picos de vazão e homogeneizando a carga orgânica do efluente bruto (tanque feito em concreto armado com impermeabilização), conforme a figura 01.


Figura 01: Vista em corte do Desarenador com peneira, tanque de equalização e casa de bombas para recalque.

Na figura 02 dos mostra o detalhamento da casa de bombas, disposição das duas bombas de recalque (uma de reserva, recomendado), e do fosso da casa de bombas.

Figura 02: Vista superior da casa de bombas

Tratamento Primário: Formado pelo sistema de flotação quimicamente assistido com a injeção de coagulantes e floculantes. Composto de: flotador com vazão de 8 m3/h, decantadores químico, flotador de gordura e tanque elevatório.

Essa etapa do sistema tem a função de remover sólidos suspensos e gordura, com redução de DBO e DQO próximo de 50 % e óleos e graxos próximo de 80 %.

Figura 03: Vista aera do sistema de flotação composto por flotador com vazão de 8 m3/h, decantador químico, decantador de gordura, tanque elevatório e bomba.

Figura 04: Vista lateral do sistema de flotação. 

Nas figuras 05 e 06, mostra as instalações de apoio do operador do sistema, mostrando as bombas dosadoras, as bombas dosadoras de correção do pH, tanques de produtos químicos, armário para depósito de produtos químicos, banheiro e vestiário para o operador.

Figura 05: Vista frontal das instalações de apoio do operador, mostrando o armário para depósitos de produtos químicos, entrada da casa de bombas e bancada de trabalho, com o sistema de injeção de produtos químicos.

Figura 06: Vista frontal das instalações de apoio do operador, enfocando o banheiro na parte esquerda.

Tratamento Secundário: Constituído de Reator UASB com manta de Lodo fluidificada de fluxo ascendente, seguido de Filtro Anaeróbio de Fluxo Ascendente (FAFA).

Os equipamentos do tratamento secundário serão dispostos em seqüência do tratamento primário, e com todo o conjunto apoiado em uma base de concreto armado para a sustentação de seu peso. Conforme a mostra a figura 07:

Figura 07: Vista superior da ETE focando os equipamentos instalados no tratamento primário e a seqüência de instalação do tratamento secundário. 

Na figura 08, mostra a disposição do tanque de equalização, juntamente com uma outra visão do sistema, enfocando o espaço para ampliação da ETE futuramente.

Figura 08: Vista superior da ETE focando a posição do tanque de equalização, e o espaço para futuras ampliações.

Na tabela abaixo estão os pesos para o dimensionamento da base do sistema:

Descrição

Quantidade

Peso Unitário

Peso Total

Flotador

1

4.000

4.000

Decantador

3

4.000

12.00

Reator UASB

4

30.000

120.00

Filtro Biológico

8

20.000

160.000

Tabela 01: Pesos dos Equipamentos da ETE

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